Antigamente eu sabia como entrar directa nesta coisa, para coisar.
Como se o Linton Kwensi Jhonson fosse o Z da play list que não tenho, para a faxina cá da cubata, saquei um à toa e saiu-me o Paulo de Carvalho, em edição da Renascença. Eu, EU, SIM, ESSA MESMO, EU, ouvi educadamente o “Natal é quando um homem quiser”… é que desculpo tudo ao homem, pelo “Nambuangongo”, que conheci, e foi verdade.
Mas agora, de avental ao peito – também tenho fetiches, graças a deus- ouvir o Dia a Dia de 1974, do José Niza e ver que a única mudança é que ela não sai com os sapatos pisados do autocarro, ela sai com os saltos puídos do JEEP, puta que pariu, a vida não muda.
Mudam os otários.