O blog está morto, demiti-me, fui despedida, eu sei. Só cá vim buscar um agrafador que deixei no desktop, e aproveito para dizer que há um blog de que gosto: Passe Vite
Até mais ver…
O blog está morto, demiti-me, fui despedida, eu sei. Só cá vim buscar um agrafador que deixei no desktop, e aproveito para dizer que há um blog de que gosto: Passe Vite
Até mais ver…
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…
Sim!, ainda sou a mesma.
A do amor transbordando
pelos carregadores do cais
suados e confusos,
pelos bairros imundos e dormentes
(Rua 11!…Rua 11!…)
pelos meninos de barriga inchada e olhos fundos…
Sem dores nem alegrias,
de tronco nu
e corpo musculoso, a raça escreve a prumo
a força destes dias…
E eu revendo ainda, e sempre,
nela,
aquela longa história inconsequente…
Alda Lara
Termino por aqui. Ou não. Aliás, um dos meus defeitos preferidos é o não saber dos meus amanhãs.
Obrigada.
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Se alguma vez voltar a produzir um filme, será com o Steven Segal. O que o homem poupa em guarda roupa e cabelos é um consolo.


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Categorias: Ai o caraças!......
Amo o António Lobo Antunes. O cretino que espreita pelas grades as tristezas dos outros e corre para casa a contá-las, ainda mais alargadas, com marquises com vista para Almada e antenas de televisão pelo meio. Amo o que conhece as pessoas que moram na Bobadela e lhes fareja os sonhos, o tolo que ora crê em Deus, ora se afasta e que acha que se não fossem os cuidados dos irmãos, a esta hora pedia esmolas nos semáforos. O que em poucos anos de Angola consegue ver a diferença entre a chita da saia da menina branca criada no musseque e a da menina igualmente branca criada nas avenidas. O que calou barbaridades e curou as vítimas, o que só uma vez escreveu sobre isso e chegou.
Acabo de ler a crónica De Profundis na Visão…
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Tagged: António Lobo Antunes
He leído la carta que me has escrito un Marzo de los ochenta. Ahi me contavas una historia que habias escrito en la carcel en Argentina, en el 78. Un cuento de princesa y pescador. Me pedías un título y un final. Yo tenía 18 años y tú 35. Amnistia Internacional te había sacado de la carcel, trás meses de tortura. Estabamos enamorados. Passábamos las tardes en tu casa, besandonos y leiendo las tiras de Mafalda. Cenava contigo y quando llegava a mi casa encontrava una carta tuya en el buzón. Cada día, sin faltar. Quando volví a Alemania con mi hijo enfermo, conseguí tú telefono. Vivias en otra ciudad. Fue la ultima vez que oí tu voz. Gracias por todos los cuentos.
A Juan M. G. Arias, que não conseguiu parar as balas dirigidas a Allende. Creio que vive agora em Madrid. E que se fodam as secretas.
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De quem parece ser filha?

Esta,

esta e outras sete filhas podem ser vistas na sempre magnífica Vanity Fair
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E eu que sou leitora compulsiva, encho-me de angustias quando já só tenho dois ou três livros por ler. As pilhas vão-se espalhando pela casa. Nasceu então o Leitor de Café, onde qualquer um pode procurar ou oferecer livros usados, semi-novos ou assim-assim (livros sobre criação de periquitos ou aquariocoisía não serão bem vindos, claro) Literatura, poesia, ensaio, BD, o que mais houver. Sem intuitos lucrativos para mim, só mesmo para ver bons livros passarem de mão em mão a preços practicáveis.
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